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Publicado em: 12/05/2020

ABFA orienta profissionais sobre retomada de serviços em Fisioterapia Aquática

Associação Brasileira de Fisioterapia Aquática esclarece, por meio do Comunicado nº 2, a retomada das atividades e apoia o exercício profissional e a segurança dos profissionais.

A Associação Brasileira de Fisioterapia Aquática (ABFA) publicou, no dia 6 de maio, o Comunicado nº 2 para orientar profissionais quanto à retomada de serviços em fisioterapia aquática durante a pandemia da COVID-19. No documento, a ABFA reconhece que as autoridades competentes são as responsáveis por decidir o momento da reabertura gradual dos serviços essenciais, mas assegura que a retomada das atividades na piscina será pautada pelo zelo, atenção e segurança coletiva.


A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou uma lista de critérios para assegurar a decisão da reabertura dos serviços, considerando o ambiente de trabalho. Entretanto, não há especificações para a atividade em piscina, o que gerou dúvidas entre os associados da ABFA. Para sanar os questionamentos, a Diretoria da ABFA pontuou esclarecimentos importantes sobre o ambiente de trabalho e a transmissão do novo coronavírus. Dentre as recomendações, a associação ressalta o uso de máscaras eficientes, com troca constante, o uso de óculos de proteção ou face shield. Além disso, o profissional deverá limitar a quantidade de clientes que entram na piscina; exigir o uso de chinelos pré-desinfectados no ambiente de práticas aquáticas e outros. Após o término de cada intervenção fisioterapêutica individual, é necessário higienizar as escadas, balizas e bordas da piscina, bem como todos os materiais, acessórios, flutuadores e dispositivos auxiliares utilizados durante os atendimentos. 


A ABFA orienta, também, que seja feita uma avaliação dos parâmetros físico-químicos e microbiológicos da água da piscina, com exposição em quadro de avisos na sala de espera, bem como a implementação de um treinamento com os funcionários antes do retorno ao trabalho, esclarecendo temas como a identificação dos sintomas da COVID-19; uso permanente de EPIs;  higienização adequada das mãos e outras etiquetas de higiene e protocolos de limpeza do ambiente de trabalho a cada atendimento.


Acesse o Comunicado na íntegra em https://bit.ly/Comunicado2-ABFA